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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Resenha: O sobrinho do mago.

O sobrinho do mago
As crônicas de Nárnia
C. S. Lewis
Heptalogia, volume 1
MARTINS FONTES, 2010
184 páginas

  

A aventura começa quando Digory e Polly vão parar no gabinete secreto do excêntrico tio André. Ludibriada por ele, Polly toca o anel mágico e desaparece. Digory, aterrorizado, decide partir imediatamente em busca da amiga no Outro Mundo. Lá ele encontra Polly e, juntos, ouvem Aslam cantar sua canção ao criar o mundo encantado de Nárnia, repleto de sol, árvores, flores, relva e animais.








Antes da resenha quero dizer uma coisa: eu não li essa edição demonstrada, que seria a primeira edição lançada, mas sim a edição única. Caso você tenha já lido essa edição (a primeira) e veio aqui pra saber outra opinião e ver algo que não tem no livro foi isso, ok? Espero que gostem da resenha.
A estória se passa em Londres há muito tempo, tanto que quem conta a estória são os netos do Digory e vai contar a aventura da Polly e Digory que já se conhecem na primeira página do livro, com o menino chorando. Ele tem cerca de 10 anos e viveu a vida inteira no campo e teve que ir para Londres morar com seu tio André e sua tia Letícia já que sua mãe estava doente (morrendo na verdade) e seu pai tinha ido para a Índia trabalhar. Como duas crianças dessa época eles não tem outro jeito de brincar a não ser com os famosos "piques", mas o que eles mais amavam era explorar e um certo dia a Polly descobriu um caminho no sótão que conseguiam entrar em todas as casas e eles queriam ir para a casa abandonada no final da rua então foram por esse caminho só que logo de entrarem nessa casa abandonada eles encontram uma portinha e o Digory muito corajoso - e imbecil - abre e entra só que logo de acharem uma casa abandonada acham um quarto e lá estava o tio André que todos acreditavam ser louco, mas pelo contrário: ele era um mago (entenderam o título?).
Tio André era um homem mau, que só queria o bem pra sí próprio e estava certo que havia descoberto um meio de ir para outro mundo, só que ao contrário do seu sobrinho Digory ele não era corajoso para testar sua descoberta e então mandava hamsters no seu lugar, que de fato sumiam, mas como animais irracionais não tinham capacidade de voltar para o nosso mundo e então ele precisava de um humano para testar sua descoberta e acaba conseguindo que a Polly e o Digory vá por ele. Nisso acontece várias coisas e eles acabam chegando em um lugar onde existem vários lagos e cada lago vai para um mundo e nisso eles acabam escolhendo um que vai para um mundo chamado Charn que até então parecia só mais um lugar abandonado, completamente abandonado e os aventureiros acham uma sala repleta de estátuas e lá tem um sino com uma frase muito legal que não vou falar para que atice a curiosidade de vocês (sou mau) mas por fim ele acabam tocando esse sino por essa frase e acorda a Rainha que até então era um estátua (não lembro ao certo se todos acordam, mas acredito que não) e por um comentário do Digory sobre o nosso mundo ela quer vir para cá dominar ele, sendo que o mundo Charn ela havia dominado de uma forma horrenda e provavelmente faria o mesmo com o nosso.
Ocorre umas coisas e ela consegue vir e acaba conhecendo o Tio André que tem uma certa semelhança a ela: "Como Polly percebeu mais tarde, havia qualquer semelhança entre eles qualquer coisa na expressão do rosto" eles eram semelhantes também no caráter, como o Digory disse em determinada parte do livro. Acaba que a Jadis (A Rainha) faz o Tio André de escravo e nisso acontece algumas coisas e vira uma loucura e acaba que reúne várias pessoas na rua como policias que iriam prender a Jadis por roubo e com isso vão Polly, Jadis, Tio André, Morango (um cavalo), um Cocheiro e o Digory para um mundo novo que será chamado de Nárnia e era totalmente sem nada e do nada começa a tocar uma melodia fazendo com que o mundo nasça e então finalmente aparece Aslam, o leão. Bom, ai o mundo começa a nascer e blá blá blá e então a Feiticeira (Jadis, a Rainha) foge por Nárnia.
Voltando para o começo: lembram que eu disse sobre a mãe do Digory estar morrendo? Ótimo, ele pede para o Aslam uma cura para ela e o leão muito bondoso e justo propõe que se ele der o jeito do mau sair de Nárnia ele concede esse desejo. Quem é esse mau? A Feiticeira que chegou à Nárnia pelo Digory, então como ele trouxe ele terá que dar um jeito de tirar.
Bom, vou parar por aqui sobre a estória, mas tenho algo para relatar. Eu achei que ficou meio bíblico e o Aslam era como Deus e ele diz praticamente que o mundo foi feito por Deus como a própria bíblia diz e eu achei que com é um livro de fantasia ele poderia inventar algo melhor, na minha opinião. Sabe, ficou realmente na cara que tem muito lado religioso no livro tanto que a fruta maldita é uma maçã. Eu não gostei muito disso, mas relevei. Afinal, é um livro feito para criança e elas não teriam essa capacidade de pensar nisso, né? O que me fez não dar 5 estrelas mesmo foi por ser um pouco lento e a estória mesmo só começar lá no final. Por que a principio é só o enredo da história. É um livro chato? Não, não é. Afinal, ele tem mais um ou menos 100 páginas (está quase 200 ali, mas naquela é a edição 1 e no volume único não se sabe quando tem cada estória) eu indico a história, é legal quando você tem em mente que é infantojuvenil.
Sobre a edição não tem o que falar. É um livro lindo! Pelo menos nesse primeiro eu não achei um erro e os desenhos são realmente lindos! Todo capítulo começa com um desenho e todo livro também. A folha é meio fina, mas você tem que entender que são 7 livros, ou seja, se botassem uma folha grossa iria virar um dicionário, né? Tem uma orelha boa e tudo mais.
Comprei o meu no submarino por 18 reais (com frete) em uma promoção 24h, mas ele está custando uns 24 reias agora, então aproveite porque em média ele custa uns 100 reais.
Comentem aí o que acharam da resenha, o que tenho que melhorar e o que acharam do livro se já leram! Obrigado :D é a primeira resenha, então sejam legais. Meu nome é Matheus, caso precise dizer meu nome no comentário e tal k.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Resenha: Cinquenta tons de cinza.

Cinquenta tons de cinza
E L James
INTRÍNSECA, 2012
480 páginas

   

Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja – mas em seus próprios termos.
Chocada e ao mesmo tempo seduzida pelas estranhas preferências de Grey, Ana hesita. Por trás da fachada de sucesso – os negócios multinacionais, a vasta fortuna, a amada família -, Grey é um homem atormentado por demônios do passado e consumido pela necessidade de controle. Quando eles embarcam num apaixonado e sensual caso de amor, Ana não só descobre mais sobre seus próprios desejos, como também sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos…
Cinquenta tons de cinza foi inspirada em um fanfic inspirada em Crepúsculo, ou seja, vocês sabem como a Bella era lerda e a Anastasia é pior, bem pior. Eu realmente não entendo como alguém cai tanto! Ela deve ter os pés tortos porque a primeira coisa que ela fez quando entrou na sala do Christian rico poderoso bonito safado Grey foi cair. Foi um livro muito de lucrar, na minha opinião. A autora queria juntar todos os problemas normais de mulheres de quarenta anos que tem um gato para cada fora que levou e ficou muito enjoativo. É muita coisa repetitiva e bla bla bla.
Em toda resenha que li tinha "Eu achei muito nojenta as partes de sexo" ou "Como alguém de vinte e dois anos é virgem?!" e eu não concordo com essas porque se você achou nojentas acho que você devia ler mais ou pelo menos ampliar as categorias. E sim, existem pessoas virgens aos vinte e dois ou até aos cinquenta.
Ela fantasiou muito a riqueza, chegou a ser um sonho infantil; sabe aquele ditado "Quanto mais alto chega, pior a queda"? E ele era o maior empresário, certo? Me diga, como alguém com zilhões de empresas para cuidar sai por ai atrás de uma bêbada? Não é assim que a banda toca não, meus lindos. Era ridículo como ela se excitava com ele, vou mostrar uma parte para entenderem.
"— Isso quer dizer que você vai fazer amor comigo hoje à noite, Christian?
[...]
— Não, Anastasia, não quero dizer isso. Em primeiro lugar, eu não faço amor. Eu fodo... com força. [...]
  Meu queixo cai. Foder Com Força. Puta merda, isso parece muito excitante."
Não acho que pareça excitante, acho que ela nem devia pensar assim. Eu se fosse ela iria me sentir uma vagabunda logo de molhadinha. Tem muito baby, puta merda, Sr. Grey e aquele contrato se repete pelo menos três vezes no livro todo.
Eu consegui ler sem muito ódio, mas eu indico para quem tem maturidade porque não é mesmo um livro para menores. eu li mesmo por motivos pessoais
Eu li o primeiro e o segundo e tenho o terceiro, mas eu não sou do tipo de pessoa que da o braço a torcer para nada e principalmente para botar no skoob que abandonei um livro, então um dia eu vou ler, juro. Não vou dizer que é o pior livro do mundo porque ele não é, de verdade, mas não é um dos melhores.
O segundos livro é melhor, um pouco. Se você acha a James a pior escritora, vai começar achar ela ruim. Ela evolui bastante (mas ainda me irrita bastante).